Com fim de ano, muitos apostam em fazer compras no Paraguai

E mesmo com a oscilação do Dólar, os preços na Fronteira ainda estão compensando.

Essa imagem da Ponte da Amizade foi gravada hoje pela manhã. Atravessar é preciso ter muita paciência. Mas antes de chegar em Ciudad del Este é preciso testar um pouco mais a tranquilidade e encarar essa outra fila enorme para acessar a aduana.

Na fronteira do Brasil com o Paraguai, em Foz do Iguaçu tem sido assim nas últimas semanas, especialmente após o período eleitoral. E olha que o preço do dólar não é considerado tão atrativo assim, fechou essa semana a R$ 4,08. Em dezembro de 2017 a cotação estava em R$ 3,26 e em dezembro de 2016 R$ 3,46.

Outro fator negativo é o aumento nas praças de pedágio. De Cascavel a Foz do Iguaçu, por exemplo, são dois pedágios. Para o economista mesmo com todas essas até ainda é viável buscar alguns produtos no Paraguai.

Nos supermercados o reflexo da oscilação do dólar ainda é considera pequeno. Passa bem despercebido. Os produtos importados, que costumam ser mais afetados com a alta do dólar, têm sofrido um reajuste pequeno. Em alguns casos o reajuste é para baixo de um ano para o outro. O gerente acredita que a inflação tem mais peso do que o dólar nas gôndolas.

Mas será que atração de comprar no Paraguai tira os consumidores do conforto de adquirir produtos nos pontos tradicionais da cidade. O gerente diz que não e afirma ainda que o efeito parece ser contrário.

A tendência é de que a fila de carros em direção ao Paraguai para fazer comprar continue dessa forma, quilométrica. É que na visão do economista há uma expectativa de que a moeda norte americana se mantenha nos patamares atuais, chegando no máximo à R$ 4,00 nos primeiros meses do ano que vem.

Fonte: CATVE

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