Beto e Fernanda Richa prestam depoimento em Curitiba

As prisões são temporárias, ou seja, tem prazo de cinco dias.

Beto e Fernanda Richa prestaram depoimento nest sexta feira (14), aqui, no Gaeco, em Curitiba. Ambos estão presos desde terça-feira pela Operação Radiopatrulha, do Ministério Público Estadual.

Eles chegaram por volta das 9h da manhã. Os depoimentos não tem horário previsto para acabar.

Os dois últimos mandados de prisão que faltavam, foram cumpridos. Edson Casagrande, antes foragido, se apresentou nesta quinta-feira as autoridades. Joel Malucelli, que estava em viagem ao exterior, também veio à sede do Gaeco, nesta manhã. Em seguida foi levado ao Instituto Médico Legal, fazer o exame de corpo de delito.

Casagrande prestou depoimento hoje. Os demais presos, como o irmão e ex secretário de infraestrutura, Pepe Richa, foram ouvidos ontem.

Beto e a ex primeira dama, que estão sendo investigados por fraudes em processos licitatórios, pagamentos de propina, lavagem de dinheiro e obstrução da justiça no programa “Patrulha do campo”, do governo do estado, permanecem detidos aqui, no Regimento de Polícia Montada, sem acesso a TV e internet.

O ex governador está em um alojamento destinado ao curso de soldados, de 30 metros quadrados, com beliche, armário e banheiro privativo. Já Fernanda, em uma sala reservada ao comandante da unidade, com cama e banheiro. Além do almoço, o casal tem se encontrado no período da tarde.

As prisões são temporárias, ou seja, tem prazo de cinco dias.

O pedido de habeas corpus realizado pela defesa da família à 6ª turma do Superior Tribunal de Justiça, foi negado pela ministra Laurita Vaz.

Na noite de quarta-feira, o desembargador Laertes Gomes, do Tribunal de Justiça do Paraná, já havia negado habeas corpus ao casal.

Como o indeferimento foi liminar, segue sendo analisado pela Corte.

Diante de algumas reclamações referentes ao momento da operação, nesta manhã, o Ministério Público se manifestou e garantiu que a investigação não tem caráter político, mas sim de combate à corrupção.
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Fonte: Catve

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